estou concluindo o primeiro de dois meses de passagem pelo pronto-socorro. período de trabalho intenso, de cansaço e stress incomparáveis, mas também de aprendizado, não só em medicina. e de excassez de posts.
domingo, 26 de outubro de 2003
Guindaste Recomenda:
Ópera em homenagem a Portinari
25 out 2003
Espetáculo, Porti-Nari: A Ópera, no SESC Ipiranga, faz parte do projeto Pocket Opera
O centenário de Cândido Portinari inspira o novo espetáculo da Série Pocket Opera, realizado pelo SESC Ipiranga em parceria com o Projeto Portinari. Com concepção e direção de Luiz Carlos Vasconcelos, composição e direção musical de Laércio de Freitas e dramaturgia assinada por Luiz Alberto de Abreu, Porti-Nari: A Ópera segue até dia 2 de novembro.
Um elenco de 22 atores foi recrutado para encenar a trajetória do artista, incluindo onze crianças selecionadas em oficinas teatrais realizadas pelo SESC. Para que a ópera ficasse pronta, um longo processo de pesquisa, incluindo um fórum de dramaturgiaaconteceu com os autores Bosco Brasil, Fernando Bonassi e Samir Yazbek. Somente após estas discussões é que o diretor Luiz Carlos Vasconcelos decidiu dar vida às personagens retratadas por Portinari, tendo como fontes principais as telas, os painéis e as memórias do artista.
São três planos cênicos: realidade, imaginação e memória. No primeiro, a ação se concentra nos últimos momentos de Portinari, já inconsciente. No segundo, as figuras de seus tios desencadeiam uma série de acontecimentos da Itália e da infância do pintor. E no último, elementos presentes em sua obra que se relacionam com sua trajetória. "Descobrir o peso da infância na obra de Portinari nos fez dialogar também com este período, território de muitas dores e medos. Medos infantis conhecidos por todos nós e que deixaram marcas tão profundas em Cândido, que nutriram todo seu trabalho", avalia Luiz Carlos Vasconcelos.
Por não se tratar de uma opera tradicional, todas as sonoridades e suas possibilidades musicais foram levadas em consideração na construção da cena, centrada principalmente no ator. Segundo o diretor musical Laércio de Freitas, as peças foram compostas próximas à obra do artista, que recorreu por muitas vezes à figura do músico em suas telas. "Tentamos resgatar sua condição fabular, seus instrumentos e os conjuntos de um Brasil caipira e interiorano, ainda às voltas com a tradição e a ingenuidade", conta Freitas.
O que: Porti-Nari: A Ópera
Quando: Dias 24 (convidados), 25, 26, 30 e 31 de outubro, 01 e 02 de novembro / Quinta a Sábado às 21h e aos domingos às 20h
Ópera em homenagem a Portinari
25 out 2003
Espetáculo, Porti-Nari: A Ópera, no SESC Ipiranga, faz parte do projeto Pocket Opera
Um elenco de 22 atores foi recrutado para encenar a trajetória do artista, incluindo onze crianças selecionadas em oficinas teatrais realizadas pelo SESC. Para que a ópera ficasse pronta, um longo processo de pesquisa, incluindo um fórum de dramaturgiaaconteceu com os autores Bosco Brasil, Fernando Bonassi e Samir Yazbek. Somente após estas discussões é que o diretor Luiz Carlos Vasconcelos decidiu dar vida às personagens retratadas por Portinari, tendo como fontes principais as telas, os painéis e as memórias do artista.
São três planos cênicos: realidade, imaginação e memória. No primeiro, a ação se concentra nos últimos momentos de Portinari, já inconsciente. No segundo, as figuras de seus tios desencadeiam uma série de acontecimentos da Itália e da infância do pintor. E no último, elementos presentes em sua obra que se relacionam com sua trajetória. "Descobrir o peso da infância na obra de Portinari nos fez dialogar também com este período, território de muitas dores e medos. Medos infantis conhecidos por todos nós e que deixaram marcas tão profundas em Cândido, que nutriram todo seu trabalho", avalia Luiz Carlos Vasconcelos.
Por não se tratar de uma opera tradicional, todas as sonoridades e suas possibilidades musicais foram levadas em consideração na construção da cena, centrada principalmente no ator. Segundo o diretor musical Laércio de Freitas, as peças foram compostas próximas à obra do artista, que recorreu por muitas vezes à figura do músico em suas telas. "Tentamos resgatar sua condição fabular, seus instrumentos e os conjuntos de um Brasil caipira e interiorano, ainda às voltas com a tradição e a ingenuidade", conta Freitas.
O que: Porti-Nari: A Ópera
Quando: Dias 24 (convidados), 25, 26, 30 e 31 de outubro, 01 e 02 de novembro / Quinta a Sábado às 21h e aos domingos às 20h
